10 de julho de 2017

18 Meses do Daniel

Amanhã Daniel estará completando 18 meses.
Vamos comemorar?
Nananinanão!
Claro que comemoramos a felicidade de tê-lo em nossa vida, mas vou te contar uma coisa colega: tá sendo fácil não.
Não costumo comparar filho não, mas já comparando... Pedro não me deu 1/3 do trabalho que o Dandan me dá.
Eu estou quase sendo contratada para participar do The Walking Dead. Pois pensa numa pessoa vivendo uma situação real de zumbi.
Estamos finalmente de férias e assim que o Pedro ficou livre da escola (ele estuda a tarde), meu primeiro pensamento foi: Vou finalmente tirar minha soneca a tarde. Faz uns 15 dias que ele está em casa e sabe quando foi que eu conseguir dormir de fato? Nenhum dia...
Eu me aventurei um dia desses ai perdido na minha memória a tirar um cochilo de 30 minutos.
Foi a pior coisa que eu poderia ter feito.
Acordei (nem acordei porque eu acho que nem dormi) pior do que deitei. Levantei deXtruída! Parecia que tinha passado um trator seguido de uma manada de mulas (manada pode ser coletivo de mula?) E fui pisoteada por uns 500 bois correndo.
Como a gente cansa não é?
Juro que muitas vezes, meu cérebro se recusa a apagar de tão agitada que está sendo a minha vida ultimamente.
Esses dias eu estava dormindo, mas meu cérebro não parava de conversar  (estou ficando louca, eu converso comigo mesma o dia todo e se não bastasse, meu cérebro inventou de fazer isso a noite toda). Eu tentava me desligar e não conseguia. Foi uma DR e tanto #sqn
Durou a noite toda e eu acordei no outro dia como se não tivesse dormido.
E para o Pedro sair um pouco de casa nessas férias, ele foi pra casa da minha sogra. Já faz uns 4 dias.
Ele está há 3 horas de distância e (me julguem) não consegui sentir saudade dele ainda.
MMA aqui em casa está de férias!
Mas a sogra levou a criança errada. Levou a criança que não dá trabalho. Volta sogrinha!!! Vamos trocar! Hahaha
Pensei e planejei de forma romântica os meus dias sozinha com o Daniel. Até delirei. Meu único desejo do momento: DORMIR!
Só em sonhos! Pra sonhar tem que dormir. Não estou podendo! E sabem quem consegue dormir nessa casa? O Daniel! Ele tem estado doente e so consegue dormir grudado em mim. Esses dias ele dormiu em cima de mim enquanto eu tentava assistit algo na tv e me mantinha acordada com muito sacrifício às seis da tarde. E toda vez que eu tentava colocar ele na minha cama, ele acordava.
Ele pegou uma gripe tão forte que o desmame (que estava indo dando super certo) foi pro brejo e ele está tão grudento que está dormindo conosco na mesma cama.
Ai vocês devem estar pensando: pelo menos tu consegue dormir com ele na cama.
Vocês não conhecem o Daniel.
Ele veio roubar o meu direito de dormir. Ele antes de vir habitar em meu ventre deve ter pensado: dorme pobre humana e aproveite porque os dias de gloriosas sonecas estão contadas. E Plim! Desejo do Daniel realizado!
Acho que se juntar os sonos picados da noite não dá uma noite inteira.
Porque eu não consigo dormir sem eles terem dormido antes, mesmo estando mais morta do que viva. Virou rotina, enquanto eles não dormirem, eu continuo acordada.
Eles dormem e o que acontece? Os olhos secam!
Cadê o sono?
Ai quando eu finalmente estou conseguindo cochilar, adivinha quem acorda chorando?
DANIEL, o meu rival do sono.
E fora os momentos em que ele acorda durante a noite querendo deitar no exato lugar em que estou deitada quase mumificada (braços grudados no corpo porque tem um ser arreganhado na cama). Mas isso é só comigo porque ele, por incrível que pareça, não invade o espaço do pai.
E viva os 18 meses do Daniel! Juro que estão sendo inesquecíveis!
Mas mesmo com tanto cansaço, eu amo tanto. É um amor que só multiplicou com a chegada dele.
Volto com o relato em que quase coloquei fogo na casa devido a minha maternidade tão descansada...
16 Meses
De ontem!

Ainda 17 meses

10 de abril de 2017

Como tudo Anda...

Sinceramente? Um caos. Ser mãe de dois é estar com um liquidificador ligado sem tampa. Uma loucura!
Ainda bem que não prometi que logo voltaria, porque nem pro sono interrompido eu tenho voltado.
Já são quase oito e meia da noite e eu estou um caco. Meus olhos querem fechar, meu corpo quer ficar em inércia e minha mente está em choque. Sim, estou com um misto de dor de cabeça e uma necessidade de ficar alerta.
Afinal, com dois filhos, temos que estar com um olho no padre e outro na missa.
Daniel acabou de acordar da soneca e enquanto ele dormia eu só consegui dobrar e guardar algumas roupas, dar banho no Pedro e prover algo para ele comer.
O tempo passa muito rápido.
Estou destruída aqui no sofá ao lado de uma montanha maior que o Everest de roupas.
(Sim, de onde saiu aquelas que eu ja guardei, saíram e está saindo muito mais)
Queria que o saldo da minha conta bancária se multiplicasse igual a roupa suja dessa casa.
E sem falar da louça suja e da bagunça eterna. Todos as noites eu organizo tudo antes de dormir, mas é um serviço infinito.
Ontem, olhando para o cesto de roupa suja, prometi para ele que hoje eu acabaria com ele, mas por enquanto ele está lá rindo da minha cara.
1x0 para o cesto.
Agora vou dar comida pro Daniel e depois encarar as roupas dos meninos pra passar!
Ah! Não tenho vergonha de dizer que não estou dando conta. Somos humanas e sabe, mesmo sem darmos conta, fazemos muito mais do que os homens quando estão em casa.
Agora #partiu apartar a briga dos meninos.
Depois eu volto, quem sabe quando eu vencer o cesto de roupa suja hein?
Ah! Falei do choro infinito no seu ouvido? Fica para um próximo papo...

11 de janeiro de 2017

1 Ano do Daniel - Parte 1

Há um ano atrás a essa hora (1 da manhã), eu e o V. voltávamos da maternidade embaixo de muita chuva e com os braços vazios. Mas sabíamos que dalí a poucas horas teríamos mais um presentinho nos nossos braços. 
Últimas horas grávida! Uhuuuuuu
Voltamos pra casa, mas em meio a tantas dores lavei os pratos sujos do almoço, dobrei as roupas recém lavadas, senti aquela vontade enorme de passar um pano na casa.
Alôooo Daniel, faz isso comigo não!
Não cedi a essa vontade! Não sou obrigada! hahahaha
Tomei banho e entre uma contração e outra, olho pra porta do banheiro e dou de cara com o V. me perguntando se eu estava bem.
Não, eu não estava.
Quase quatro da manhã, muita chuva lá fora (muita preguiça de sair de casa) resolvemos partir para a maternidade.
Nosso tesourinho finalmente resolveu escutar o conselho do Pedro Bial:
- Vem pra fora, Daniel! Vem conhecer esse mundo louco!


Continua...

A história de Pedro e Mamãe

A história de Pedro e Mamãe