11 de agosto de 2014

UFC Baby

Esses dias nós fomos para a casa da cunhada jantar.

Aproveitei que era caminho da roça faculdade e resolvi tudo o que precisava naquele momento.
Pedrinho sempre foi muito querido por todos. Sem exceção!
Sempre foi amoroso e dado. Simpático e beijoqueiro.
Mas nesse dia, algo me deixou bem preocupada. Preocupada de rever se realmente vale a pena delegar a minha responsabilidade de educar meu filho. É claro que eu tento ao máximo educá-lo enquanto estou em casa e sei que entidade alguma tem esse dever. Mas, cá pra nós, escolas as vezes ferram com a educação (boas maneiras, comportamento) que os pais insistem em ensinar.
Eu sei que ficar em casa dando assistência integral ao filho é hiper importante, e precisamos estar presentes nos momentos mais importantes dos pequeninos.
Mas e eu? E a minha parte humana que precisa se socializar?
E sem contar que eu não gosto de ficar 100% dentro de casa presa aos afazeres domésticos.
Mas, voltando ao assunto...
O Pedro está caceteiro! (Dando porrada!)




O que eu faço?!?
Quando eu vi, chamei, conversei.
Mas eles nos olham como se não estivessem nem ai.
Eu até entendo ele empurrar e tomar tudo o que a prima menor pega. Por ela nascer sete meses depois do seu nascimento, gerou esse ciúmes. Mas começar a bater no primo mais velho sem motivos?
E ele ainda me enfrenta quando eu chamo a atenção. Me senti como se o cuspe tivesse caindo bem na minha testa.
Porque né, quem nunca julgou uma pobre mãe cujo filho era um pentelho?
E eu já presenciei cena semelhante com os filhos do outros e logo pensava: "cadê a mãe dessa criança?" (coitada da mãe!) 

Chamei o Pedro e conversei bastante. Estou adotando o método da conversa, nada de estresse, gritos ou palmadas.
Rola até abraços!
Quem sabe o abraço não cure essa fase, né? Não custa tentar!
Mas fiquei com a pulga atrás da orelha. Se ele não vê esse tipo de comportamento em casa, aonde ele viu?
Fui bater lá na creche!
Rodei a baiana! #SQN
No dia que fui falar com a tia lá da creche, sorte (sorte eu não sei) que o Pedro recheou a fralda e eu não ia entregar ele daquele jeito né!?! Ai perguntei se poderia trocar ele e como não quer nada perguntei se o Pedro estava batendo nos coleguinhas.
A resposta foi não!
Ufa! O coração da mãe aqui até aquietou-se!
Mas e ai, aonde ele aprendeu a bater?
Com Peppa? Pocoyo? Peixonalta?





Ai a tia, também como não quer nada, falou que tinha um coleguinha que estava batendo nos outros.
E vocês sabem que criança copia tudo o que vê. E quando vê o que não deve é ai que copia mesmo. E além desse que bate, tem outro que adora puxar a orelha dos coleguinhas.
Pedrinho, simplesmente aprendeu a se defender (ainda bem, porque a mamãe aqui era uma banana quando pequena).
Marido também falou que toda vez que ia buscá-lo, o Pedro mexia na orelha e falava dodói.
Você tenta educar seu filho, mas infelizmente têm umas mãediocas no meio do caminho!
Resolvido? Claro que não. Muitas outras coisas vão acontecer e vamos matando um dragão de cada vez!




PS: Dá para acreditar que comecei esse post na quinta-feira passada? Tempo... Tempo... Tempo! Parece que quando eles crescem exigem mais atenção. Agora tudo é "colo", tudo é " mamãe " e tá falador que parece que tomou água de janeiro como diz a minha mãe.

1 de agosto de 2014

Deu Sopa?

Eu como! Hehehehe

Imagem Cyber Coo

Clichê a parte, eu sempre adorei sopas. Principalmente no frio. 
Quando eu estava grávida, meu sogro fazia uma sopa de mandioca divina que eu repetia o prato duas vezes. E o Pedro (ainda na pança) vibrava de felicidade.
Aproveitei que o tempo tá meio frio (falo meio porque antes de ontem estava frio e ontem e hoje o tempo já dispensou agasalhos) e fiz sopa. Fiz o tal do caldo verde! Fiz do meu jeito e ficou divino.
Marido que não é muito fã de sopa repetiu o prato.
O Pedrinho? Fez charminho. Disse que não queria, quase derrubou o prato no chão de tanta malcriação. Não quis mesmo (naquela hora)!

Pausa

Alguém (pelamor) me diz quando essa fase rebelde vai passar please.

Porque né paciência tem limite.
Falou em tomar banho, ele já diz que não quer (Zé do Grude) e já aciona o dispositivo Adolescente rebelde.
Esperteia, chora (mas eu ainda acho que quem manda aqui sou eu)
#mamãeBobinha
Para sair do banho é outros quinhentos!

E na hora de comer não é diferente. Ontem foi um desses dias. Quando ele está com fome de "arroz e feijão", não venha com Tetê que ele enfia a mamadeira na sua guela abaixo. 
É papá mesmo!

Agora me fala quando essa fase passa?

Despausa

Sempre dou o jantar dele. Carnezinha, feijão, arroz e salada.
Mas eu queria algo diferente. Então vamos de caldo verde né?
Como ele não quis, deixei para lá. Depois faria qualquer gororoba e voilà!
Marido e eu comemos. Adivinha quem quis comer?

Isso mesmo. O espertinho!

Yummy! Yummy! Como tudo! Como tudo!
Em uma das refeições em casa!
Eu não tenho do que reclamar do Pedro porque ele sempre foi bonzinho em tudo. Sempre comeu, dorme bem. Quando preciso limpar a casa, ele fica quietinho sentado no sofá assistindo desenho.
O que me mata é essa malcriação dele. Mas passa né! [Ou não! :( ]



Querem a receita? 
A única coisa que eu não coloquei foi o bacon e nem 1/2 xícara de azeite. Eu refoguei a calabresa (não foi a portuguesa) em uma assadeira e a cebola e o alho no azeite em outra panela. Depois das batatas cozinhas e processadas, coloquei tudo em uma panela e acrescentei o couve picadinho no caldo e esperei uns 10 minutos.
Dica: eu não gosto de tudo ralo. Da próxima vez vou separar batatas cozidas em cubos para acrescentar à mistura. Sei que é caldo, mas vamos mastigar alguma coisa né? Porque eu ainda tenho dente! Hehehehe


Imagem Cyber Coo

A história de Pedro e Mamãe

A história de Pedro e Mamãe